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21
Jun
10

Nike: Inteligência de Marketing / Marketing Inteligence

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A poderosa Nike, empresa de milhões por hora, gigante no mundo todo, patrocinadora de atletas e equipes de ponta em diversos segmentos, nunca economizou um centavo quando o assunto é “comunicação”. A marca investe pesado em ações de marketing e esse é um dos motivos para tanto sucesso.

Com campanhas hollywoodianas e memoráveis, a Nike causa um buzz gigante ao veicular qualquer campanha, mantendo seu status “top of mind” mundial.

Não foi diferente com sua nova proposta, especialmente lançada para a Copa do Mundo de futebol – “write the future” – a empresa mais uma vez foi brilhante em um comercial com versão estendida para internet e outra editada para TV. O melhor de tudo é a capacidade com que a Nike consegue acompanhar as mudanças no mundo da comunicação, e se adaptar a diferentes vertentes sem cair em armadilhas, comum a novas estratégias em ambientes desconhecidos. Estou falando das mídias sociais.

“Write the future” é um comercial que alcançou extremo sucesso em poucas horas, gerando milhões de views no Youtube, posts no Facebook, tweets, etc … essa interatividade que a mídia social oferece é fantástica e se for bem aproveitada, aumenta muito o poder de uma ação de marketing. Claro que a maior parte desse buzz foi espontâneo, afinal o comercial é muito bom, criativo e bem produzido, mas tudo isso pode morrer em poucos dias (depois que passa a sensação de novidade).

Ações paralelas, linkando diferentes meios de comunicação, garantem a continuidade e o sucesso da campanha. Como por exemplo uma ação outdoor que acontece agora na África: um painel de LED gigante foi instalado na fachada de um prédio em Joanesburgo. Esse painel de alta definição transmite imagens da campanha e mensagens de qualquer pessoa no mundo, que podem ser enviadas através do Facebook ou Twitter (olha só que irado no vídeo, muuuuito bom).

Essa interação de uma ação de marketing sendo apoiada por diferentes mídias só nos mostra que a Nike é uma empresa de visão, que acompanha o que acontece no mundo e está sempre presente no cotidiano de seus consumidores.

Mas apesar disso tudo, prefiro a Adidas hehehhhe … apenas questão de design =P

*Quer ver sua mensagem no todo mundo? Vá até o facebook “Nike ! write the future”, ou mande sua mensagem para o Twitter “@nikefuture” e participe =)

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The worldwide famous Nike, company of millions/hour, giant around the world, supporter of high level athletes and teams in different sectors, never saved a penny when we talk about “communication”. That brand put lots of money in marketing actions and this is one of the reasons of this success.

Always producing memorable campaigns, Nike buzzes up the media when a new ad is launched, keeping its “top of mind” everywhere.

It hasn’t been different on the new advertising specially launched for the World Cup – “write the future” – the brand was brilliant, once again, doing a version for TV and an extension for internet. The best thing of Nike is the capacity of following changes that happens in marketing environment, adapting to different situations avoiding mistakes that usually happens when something is new. I’m talking about social media.

“Write the future” is already a success and it became a hit few hours after shows up, turning this sensation in million of views on Youtube, posts on Facebook, tweets, etc … this interactivity that social media offers is fantastic if it’s well done, extends the buzz, gets more audience. Of course most of this buzz was spontaneous, cos the ad is very good, creative and well produced. All this investment can be dead after few days (when it’s not new anymore).

Additional shares, linking different medias, keeps the buzz around. As an example, a outdoor campaign is happening right now in Africa: a giant LED panel is located on a high building in Johannesburg. This HD panel shows some shots of the campaign mixing messages from any penson around the world, which can be sent by Facebook or Twitter (check the video out, fucking crazy).

This interaction being supported by different medias just show us that Nike is a company of the future, which always follow what happens around and its keep the brand inserted  on costumers daily.

Even though all this superiority, I prefer Adidas heheheh … just cos I like the design =P

*Do you wanna see your message on top of the world? Go to facebook “Nike ! write the future”, or send a message through Twitter “@nikefuture” and take part of it =)

14
Jun
10

A importância das mídias sociais na comunicação atual

Vivendo no passado = trabalhar no passado: Como não “quebrar” sua marca como aconteceu com as relações públicas da BP Global.

– Aqui está o cenário para você:

  1. Vamos imaginar por um momento que você é uma das maiores e bem reconhecida marca do mundo.
  2. Agora também vamos imaginar que sua empresa/marca está passando por um momento de dificuldades com a opinião/relação pública por ter criado uma catástrofe econômica e ecológica de proporções bíblica.

– O que você faria?

No lado da comunicação, você deve criar um plano tão robusto quanto o próprio dano. Você poderia criar uma página no site da empresa para manter a população informada sobre providências que estão sendo tomadas, responsabilidades, fotos, vídeos, o que está sendo feito para resolver o problema e respostas de perguntas feitas por internautas. Para uma empresa de vários recursos, conexões poderosas e boa reserva financeira, não se deve economizar despesas: você contratará as melhores companhias de Relações Públicas, o melhor Web Designer, melhores advogados e os melhores profissionais de monitoramento de crise em comunicação do planeta, certo?

Bem, se você é a BP, sim … e não.

Se falando em ações tradicionais de web, temos que admitir que a BP fez um excelente trabalho. A página sobre o problema com o vazamento de óleo foi muito bem trabalhada, cheia de informações úteis. Ainda mais que é uma extensão da web page BP.com (tática inteligente). Todo mundo que entra no site da BP é redirecionado automaticamente para a página “do problema”.

Mas alguém da BP deve explicações para a diretoria, porque veja: em 2010, criar um site bonitinho para receber e controlar mensagens não é o suficiente. RP (Relações Públicas), direção de reputação on line/digital, diretor de crise, todos buscam mais experiência e entendimento da mídia em 2010, do que há 10 anos atrás. A Nestlé aprendeu isso quando o Greenpeace trouxe a empresa a seus pés usando o YouTube e Facebook. Profissionais de relações públicas não atualizados são úteis como sentinelas surdos e mudos. Você não pode defender a reputação de uma empresa se você não protegê-la, e você não pode protegê-la se não prestar atenção em sinais eminentes de problemas.

Enquanto os profissionais da BP estão enchendo o site oficial, a conta do Twitter e Facebook, de conteúdo sobre o ocorrido, alguém esta esquecendo duas etapas cruciais:

  1. A BP não deu a importância devida ao Twitter: Por exemplo @BPglobalPR “voltaremos em breve”. Esse setor da BP poderia colocar alguém (do marketing, legal, RP, etc…) para monitorar e garantir que a identidade da marca esta salva no mundo da mídia social … estranho isso acontecer, especialmente em 2010.
  2. Não parece que a BP esta monitorando os canais-chave corretamente: Sem querer definir o que são os “canais-chave” em um momento de crise e gerencia de reputação em 2010. Essa aparente falta de conexão desde o estado atual da mídia e a gerencia de comunicação trai o que é conhecido. Essa falta de atenção, similar ao que ocorreu com a Nestlé no início desse ano, é francamente uma surpresa, mostrando que ambas empresas se concentram e gastam em outros serviços de relações públicas e gerência da marca.

Caso em questão: a marca da BP foi seqüestrada no Twitter

O que está acontecendo é o seguinte: desde Maio/2010, alguém no Twitter com o pseudônimo de BPglobalPR, com um logo da empresa, está soltando “tweets” sobre a BP como se fosse a opinião da empresa. Alguns das mensagens são:

“Infelizmente admitimos que alguma coisa errada ocorreu no Golfo do México. Maiores informações estão por vir.”

Até aí tudo bem, nada de mais. Mas o pior está por vir.

“Estamos realmente preocupados com as conseqüências que esse desastre terá sobre a temporada de bikinis. O sol está lá garotas, corram para as praias.”

“O lado bom da coisa é que o vazamento contínuo do óleo dará as Américas a chance de ponderar o conceito de infinito. Abra sua cabeça galera.”

“Milhares de pessoas são atacadas anualmente por criaturas do mar. A BP está se dedicando a diminuir esse número. Vocês são bem vindos.”

“As pessoas estão tristes, então nós da BP estamos trabalhando sem parar para fazer cada vez mais “camisetas motivacionais”. Tweet #IwantMyBPtshirt para receber uma gratuita.”

“Por favor não pegue ou limpe o óleo das praias. Isso é propriedade da BP e nós vamos processá-lo.”

“Bom, acho que agora vocês entenderam o que está acontecendo.”

Muito engraçadinho, menos para a BP ou se esse for seu trabalho … é necessário ter certeza de que isso não ocorrerá. As mensagens obviamente são brincadeiras. Mas o que isso tudo diz a respeito sobre a equipe da BP nesse momento de crise? O que isso sugere sobre o interessa da BP em escutar seu público? Nisso tudo, o que explica sobre a comunicação da BP, gerência da marca e reputação do grupo de diretores? Vou deixar que essas perguntas sejam respondidas por vocês.

Hoje, minha maior dúvida é:

1 – Com milhões gastos em Relações Públicas, supervisão da comunicação, direção da marca, supervisão de reputação, etc … como uma brincadeira no Twitter passou pela monitoração e está rolando por mais de uma semana? Usando o nome e o logo da BP. Como? BP, vocês realmente não estão dando a mínima para o que acontece, ou ainda não entenderam que tudo mudou desde 1995? (Logo após uma entrevista fornecida pelo Adage, foi publicado o seguinte tweet: @yourMajesty – se você entrar em contato com o responsável, diga que estamos quase sem camisetas. #IwantMyBPtshirt … isso mostra que todas as perguntas precisam ser realmente analisadas).

2 – Compare a conta falsa da BP com a verdadeira. O que tem de errado com a verdadeira? Qual delas parece a verdadeira? Como isso pode acontecer?

*Recentemente a BP criou uma outra conta no Twitter, mais séria e parecida com o site oficial. (dica: não custa nada incluir no site o link para o Twitter – atualmente isso não existe).

**Como as coisas nesse mundo mudam muito rápido, o Twitter falso da BP já mudou para um logo preto e branco (como se estivesse manchado por óleo) e tem 26.850 seguidores.

3 – Como é que o Twitter falso têm mais seguidores (influência e alcance) do que o real?

Talvez a BP considere contratar quem está por trás da conta falsa. De todas as contas, parece que ele conseguiu compreender a dinâmica e como esse mundo funciona melhor do que os profissionais que estão sendo pagos. A lição é: se empresas gigantes como Nestlé e BP podem ser feitas de bobas facilmente – na era da web participativa – então talvez seja hora da comunicação corporativa se reequipar.

Cinco anos atrás fui entrevistado por uma grande empresa de relações públicas. Estavam interessados em falar comigo por causa do meu blog. Gostariam de saber como entrar e entender o mundo da comunicação por blogs. Alguns dos experientes profissionais me explicavam que “relações públicas” se tratava em controlar a mensagem, como sempre foi e como sempre deveria ser. E que a empresa nunca deveria mudar de curso, não importa quantas pessoas se tornassem “bloggers”. (Para isso respondi: Beleza, então porque estou aqui? Mas essa é uma história para outro dia). De qualquer forma, esse era o pensamento de uma das maiores empresas de relações públicas do mundo em 2005. Menos de 2 anos atrás, trabalhei com diretores de empresas top de mercado que tinham uma visão básica do que é o Linkedin, ZDnet, ou até mesmo o Twitter, e gerentes de mídia digital que nunca ouviram falar no WordPress.

Eu sei que para quem vive e trabalha em 2010 é difícil entender o que estou dizendo, mas é necessário compreender a significância dessa força de trabalho. A maioria das pessoas que tomam decisões de mercado em negócios, comunicação, relações públicas, estão 15, 10, 5 anos atrás de seu tempo.

No final, os cheques gordos continuam sendo pagos por belas apresentações em ppt, mas o resultado não evitam que as marcas entrem em apuros, pagando caro por um tipo de constrangimento que um garoto de 15 anos poderia evitar com 15 minutos de mensagens postadas no Twitter.

É inadmissível que profissionais dessa categoria não sejam atualizados, e esse é um problema que precisa ser resolvido. O tempo de pagar por “você se vira em mídias sociais” chegou ao fim.

Então aqui estão algumas dicas para evitar esse tipo de problema no futuro:

1 – Monitorar todos os canais de comunicação, não apenas os relevantes de 15 anos atrás. Se você pode investir em ferramentas “de alto padrão”, não economize. Se você não tem, existem versões “free”.

2 – Contrate pessoas que entendam o mundo da “mídia social”. Ou melhor, pessoas que passem o dia concentradas nisso. Se você trabalha em uma empresa de relações públicas, contrate alguém que entenda as mídias sociais. Se você utiliza uma empresa, solicite a contratação de um profissional dessa área. Mas evite quem “se converteu” para o mundo da mídia social 3 meses atrás. Evite títulos como “especialista em mídia social”, não existem “gurus ou especialistas”. Busque referencias aqui e ali para maior informação.

3 – Entenda que as variantes da mídia social depende da função. Um gerente de comunidade, por exemplo, pode não ter a experiência necessária para te ajudar a integrar a mídia social, mensurando resultados de campanhas. É bom lembrar que existem bons gerentes de mídias sociais, mas isso esta longe de ser uma solução que sirva para todos os problemas.

4 – Não deixe tudo para a ultima hora, invista nesse “novo” canal agora. Comece a analisar e ler sobre o que estão falando. Não precisa dizer nada. Apenas aprenda primeiro para depois poder atuar.

5 – Certifique-se de não deixar oportunidades para problemas como “fakes”.

Até que a BP entenda o que está acontecendo e se atualize, vou continuar me divertindo e seguindo o perfil falso sobre o vazamento de óleo.

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Vi tudo isso >> AQUI << … li, gostei e traduzi porque acho que são informações úteis não só para profissionais de comunicação.

10
Jun
10

Aprenda a ser um líder e tomar decisões

Navegando pela net, achei esse texto falando sobre táticas usadas pelo Imperador Julius Caesar que podem ser aplicadas até hoje em ações de marketing. Assim como o livro “A arte da Guerra”, escrito com base em estratégias usadas antes de cristo por povos orientais, esse texto nos da uma idéia sobre liderança e como gerenciar negócios.

Também nos ensina que Julius Caesar não foi apenas inspiração para nome de salada.

Espero que gostem, porque demorou um pouco para traduzir tudo hehehe =P

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10 coisas que Julius Caesar poderia ter nos ensinado hoje mesmo sobre negócios, marketing, liderança (e até mesmo mídia social).

Foram listados alguns ensinamentos de uma das mentes mais brilhantes de sua época, sendo considerado um Imperador a frente de seu tempo.

Aqui estão algumas respostas que poderiam ser dadas por ele:

1 – Seis centímetros de estratégia batem dois metros de força.

Os romanos conquistaram metade do mundo usando dardos e espadas, e ao contrário dos filmes, as espadas foram feitas para furar, não cortar. Diferente dos grandes machados bárbaros, a primeira vista os romanos não botavam medo, mas a diferença era a eficiência. Eles eram treinados para um ataque mortal.

Enquanto outros povos usavam armas medievais, longas e pesadas, os romanos usavam armas curtas e leves. Isso dava agilidade e velocidade no ataque, sem dizer sobre a economia de energia.

As vezes, a diferença entre sucesso e fracasso esta em quão bem pode ser usada uma ferramenta. Maior e melhor não garante eficácia em nada e se especializar em algumas ferramentas pode garantir uma vitória. Por isso nunca dispense treinamento e especialização, pois um funcionário bem treinado pode ser muito mais efetivo do que outros.

2 – As pessoas querem ser guiadas, não controladas.

Julius Caesar era considerado um herói, seguido por seu exército em todos os lugares, era aclamado pelo povo. Isso acontecia porque ele guiava a vitoria e conquista.

Depois que voltou a Roma após desafiar Pompey, Julius tentou virar um ditador, controlando as pessoas, trocando a liderança pelo controle. Ele chegou a uma situação onde o povo de Roma e os senadores não seguiam mais suas ideologias e com isso perdeu aliados.

Por isso foi assassinado por um grupo de senadores, como exemplo para futuros candidatos a ditador, mostrando que: liderança = bom, controle = ruim.

3 – Eu vim, eu vi e eu conquistei.

  • Todo mundo ama um ganhador. Os ingredientes para a liderança são: coragem, visão e inteligência, mas você tem que provar a todo tempo que é um vencedor. Vitórias trarão coisas sobre o que falar. Derrotas mostrarão que você deve parar de falar e trabalhar mais.
  • Ser breve traz clareza. Só não traz tanta clareza como “vim, vi, conquistei”, mas dá espaço o suficiente para o mundo do Twitter fornecer um link para um artigo completo.

4 – A experiência é a professora de todas as coisas.

Livros são essenciais, mas em algum momento você tem que fazer as coisas, executar, iniciar um negócio, participar do mercado, ultrapassar competidores, recrutar as melhores mentes. Tem que criar uma nova cultura de consumo, arrumar algum problema, parar o vazamento de óleo, rejuvenescer sua marca. Tem que arregaçar as mangas e descobrir o que funciona e o que não funciona.

Julius aprendeu a ser um soldado lutando lado a lado com legiões romanas. Ele bebeu a mesma bebida, comeu o mesmo alimento, marchou e sangrou como todos. Se ele não tivesse essa experiência ele não seria o líder que foi. “A experiência é a professora de tudo”.

As sutilezas adquiridas com triunfos são a melhor educação teórica. Os livros darão um começo, mas 90% do resto se conquista trabalhando duro. Não existe atalho, se você não consegue aprender uma atividade lendo um livro, certamente você não conseguirá iniciar um negócio.

Esqueça os certificados que conquistou. Até mesmo aquelas palestras especializadas. O único jeito de se tornar bom em alguma coisa é fazer, refazer e fazer novamente, até se tornar algo natural.

5 – Covardes morrem muito antes de sua morte de fato.

Seja forte, se imponha, mostre do que é capaz e eficiente. Toda vez que você se esconde, não fala em uma reunião ou deixa um idiota qualquer do trabalho levar os créditos do seu esforço, você constrói uma casa com falhas, com tijolos fracos.

Vencer, obter sucesso, ganhar uma competição não ocorre sendo defensivo. Toda vitória é uma sucessão de riscos e decisões corajosas. Da mesma forma que a derrota é uma sucessão de ações tomadas com medo.

A mesma coisa acontece na internet. Se você quer que seu blog ou Twitter sejam ouvidos, mostre coragem e imponha suas convicções. Expresse suas opiniões, você vai discutir e algumas vezes perder alguns pontos, mas é melhor do que ficar escondido, sem receber a pressão que lhe fará repercutir e crescer.

Não fique intimidado, sua opinião tem o mesmo peso do que as dos outros, seu ponto de vista é valioso. Ser criticado por alguns blogueiros não é o fim do mundo, é melhor saber quem são seus inimigos e aliados do que viver num mundo de desconfiança e medo.

6 – É melhor ser o primeiro em uma vila do que segundo em Roma.

Algumas pessoas ficam felizes só por estarem lá, outras por estarem entre os 5 melhores. Outras ficam a vontade em ser a segunda. Mas os verdadeiros líderes não ficam a vontade se não for no primeiro lugar. Essa personalidade não pode ser imitada ou interpretada. Isso se desenvolve, conquista. Bill Gates não estava feliz em ser um dos 20 melhores, por isso iniciou a Microsoft. Mesma historia com o Steve Jobs e muitos outros.

A mesma coisa acontece com empresas. Preferem ser a primeira no mercado, ser considerada a melhor. Não é questão de escolha. A questão é mais pessoal: Qual é a melhor escolha pra você?

Nota: inevitavelmente, no mundo das plataformas de mídia social, não existe segundo. Você é o primeiro em sua categoria ou esta a caminho da decadência. Nesse mundo, velocidade e escala são vencedoras.

7 – Não é o cabelo longo e volumoso desse homem que me assusta, e sim o aspecto pálido e faminto.

A competição é uma criança faminta, com uma idéia na cabeça, ambição e nada a perder.

Bill Gates e Steve Jobs começaram 30 anos atrás, criadores do Youtube a 5 anos. Quem serão os próximos? Quem surgirá faminto no mundo dos negócios?

Se você é um líder empresarial, não olhe para os competidores, olhe para as crianças com cérebros e visão para redefinir categorias e tornar coisas obsoletas.

Se você é uma dessas crianças, não deixe que os cachorros velhos te intimidem. Se você tem uma grande idéia, e acredita nela, lute por isso, defenda, mostre ao mundo do que você é capaz.

Nos negócios, meu dinheiro esta sempre nos novos lobos famintos e não nos velhos gordos que tiram uma soneca no sol.

8 – É melhor criar do que aprender. Criar é a essência da vida.

É melhor ser um pioneiro do que um eterno aprendiz. Quando Julius marchava para a guerra, ele não sabia o que encontrar, mas tinha uma visão do que seria e seguia seus ideais para conquistar um objetivo. Transformar visão em realidade.

Henry Ford teve uma visão, Bill Gates também, fundadores da constituição dos EUA e muitos outros vencedores que tiveram uma visão e acreditaram nela. É importante aprender tudo, mas mais importante ainda é botar em prática o que aprendeu. Contribuir, criar alguma coisa com valor. Mesmo que seja só um blog, um vídeo no Youtube, uma conversa no #chat, crie qualquer coisa.

9 – Peça tudo ao seu povo, mas os recompense como reis.

O homem que lutava ao lado de Julius Caesar e sobrevivia tinha uma aposentadoria segura e saudável. Nunca se esqueça das pessoas que trabalharam para você e ajudaram a chegar ao sucesso. Todo mundo que participou de sua trajetória de sucesso merecem uma recompensa melhor do que você pode oferecer. Executivos que tratam seus aliados com estupidez e arrogância são um posso de ignorância. Em contrapartida, executivos que tratam seus aliados com respeito e gratidão são vencedores. Se exceda e vá além do relógio de ouro como recompensa, você pode fazer isso.

O mesmo acontece com os leitores do seu blog e os seguidores no Twitter. Se eles compram o seu livro, ou vão ao seu Twitter para ver o que você escreve, ajudam de alguma forma, faça alguma coisa por eles, retribua. Forneça mais do que você recebe.

10 – E a sorte foi lançada.

Tome decisões e viva com elas, é simples assim. Uma vez tomada a iniciativa de começar um negócio, jogar, seguir um caminho, você esta comprometido. O tempo para dúvidas ou indecisões já passou. Mantenha o curso e encare a tempestade. É tudo o que se pode fazer.

Ser um líder não é para todos, precisa ser forte e ter nervos.

Se você falhar, admita isso, aprenda com os erros, se reconstrua das cinzas e comece de novo. Não precisa insistir no que você não pode alterar. Foque no que você pode mudar.

Quando você vence, reconheça o mérito de sua equipe e os recompense devidamente. Não pare e não descanse. Quando você esta vencendo é quando você deve continuar evoluindo, seguindo em frente.

Vencer é 100% do momento, nunca esqueça disso.

Vi tudo isso >> AQUI << … demorou um pouco para traduzir, espero que gostem!

31
May
10

Aprenda a investir em Mídias Sociais

Nascido na França, Olivier Blanchard é um BrandBuilder Marketing.

O que é isso? Ele é um estrategista que ajuda empresas a descobrir, construir, integrar, organizar e medir ações em Mídias Sociais.

Tá, mas o que é mídia social? Hummm, você pode não ser familiarizado com o termo, mas com certeza é cadastrado em uma.

Mídia social nada mais é do que o famoso Orkut, Facebook, Blog, YouTube, Twitter, etc. Praticamente, todo país tem um site específico, regional, como o Orkut praticamente dominou o Brasil por muito tempo, o StudyVZ na Alemanha e muito outros.

Bom, voltando a falar sobre o Olivier, o cara é o cara. Justamente porque conseguiu entender um campo que está em constante mudança (todos estão, mas não tão rápido como acontece na internet, ainda mais em mídias sociais). Prova disso é a forma com que ele consegue explicar, de forma divertida e simples, princípios do retorno de investimento em mídias sociais, ou seja, como convencer seu chefe a investir o budget nessa área.

Fiz a tradução da apresentação abaixo, mas é bem melhor acompanhar nos slides originais. Se quiser ver na integra é so clicar >> AQUI <<!

Quer convencer seu chefe a investir nesse novo mundo? Então uma olhada ai em baixo.

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Basics of Social Media – ROI

Slide 2 – Mídia Social não é de graça.

Slide 3 – Requer pessoas

Slide 4 – Tecnologia

Slide 5 – e Tempo

Slide 6 – … que são recursos limitados (nós temos … pedras)

Slide 7 – Esses recursos são o total do budget. Cada recurso tem um custo específico e produz um resultado específico (Head Count, e-mail marketing, advertising, public relations, etc …).

Slide 8 – Esses recursos geram 100% dos negócios. Perdendo, mesmo que 1%, da eficiência do budget investido poderia arruinar o dia seriamente.

Slide 9 – “Ok, legal, eu vou dar uma chance para esse tal negócio de mídia social. É melhor que isso faça algum sentido para os negócios. Porque eu deveria direcionar recursos para isso?”

Slide 10 – Razão 1: isso vai reduzir custos. “Talvez no serviço ao consumidor? Você falou alguma coisa sobre Pesquisa de Mercado e inteligência mercadológica?”

Slide 10 – Razão 2: vai gerar mais receita. “Eu quero mais transações, mais consumidores on line, mais fidelização do consumidor, etc …”

Slide 11 – Agora vai procurar qual programa temos que cortar para achar esse negócio de mídia social.

Slide 12 – Então qual dos baldes temos que esvaziar para encher o novo? (Entendendo que um programa de fundos para mídias sociais não aparece do nada).

Slide 13 – Diga ola para a “Justificação de Negócios” – ROI

Slide 14 – ROI = Return of Investment

Slide 17 – ROI é um sistema métrico de negócios, não um sistema métrico da mídia. O ROI é 100% do agnóstico da mídia, porque só medindo o digital ou social não vai levar a lugar nenhum.

Slide 18 – Lembrando o que o chefe falou: “Razão 1 = redução de custo e Razão 2 = geração de receita”.

Slide 19 – “Reduzi 20% do meu PR budget e mais 40% do chamado orçamento vinculado. Agora eu posso sonhar com um departamento de mídia social. Por diabos, posso realizar isso?”

Slide 19 – “Ok, fodão. Você terá seu departamento de mídia social com os melhores. Mas é bom você me mostrar resultados, se não …”

Slide 20 – “Uhuuu, eu tenho um trabalho” … Gerente de Mídia Social

Slide 21 – “Galera, estamos nisso … vamos começar a participar.”

Slide 22 – Depois de 1 mês … “Legal!”

Slide 23 – “Jeeeezuis … olha quantas visitas tivemos em nosso site. E todos esses amigos no Facebook. Caceta … temos até comentários no blog. E os tweets …”

Slide 24 – “Isso está indo bem. Nunca fiz nada tão direito.” … Gerente de Mídia Social

Slide 25 – Depois de 3 meses … “Leeeegal”.

Slide 26 – “Monitoramento para base … monitoramento para base … nosso Google Analytics está no teto … até as menções sociais estão estranhamente bem … nós estamos decolando”.

Slide 27 – “Medição da mídia realmente alegra meu mundo” … Gerente de Mídia Social

Slide 28 – Depois de 6 meses … “Alguma coisa? Não! Nada!!”

Slide 29 – “Qual o humor do chefe hoje?” … “Não muito bom. Ele não liga se temos mais visitantes on line ou quantas visualizações tivemos, a não ser que isso signifique que vendemos mais coisas.”

Slide 30 – “Mais por que chefe? Nosso website está indo muito bem e já temos mais de 3 mil seguidores no Twitter.”

Slide 30 – “ Me desculpa, mas não estamos vendo seu programa de Mídia Social gerar nenhuma receita. Temos que direcionar nossos recursos para áreas que façam dinheiro.”

Slide 31 – “Merda. Esse negócio de medição de mídia não esta funcionando. Nós temos que prender esse negócio na medição atual. Onde começar? Vamos ver isso do começo …”

Slide 32 – As coisas acontecem em seqüência = Investimento ($$$) >> Ação >> Reação >> Impacto não financeiro >> Impacto financeiro ($$$)

Slide 33 – Não impacto financeiro ainda não é o ROI.

Slide 34 – Tipos de impactos não financeiros: reclamações de consumidores, cupons distribuídos, acessos ao YouTube, comentários no blog, seguidores no Twitter, etc …

Slide 35 – Impacto não financeiro = Potencial … “O investimento retorna relacionamento” >> a ação, reação e não impacto financeiro são importantes, mas o ROI não vive lá.

Slide 36 – ROI = Potencial atualizado … a medição do ROI está no impacto financeiro.

Slide 37 – Lembrando o que o chefe falou: “Razão 1 = redução de custo e Razão 2 = geração de receita”.

Slide 38 – “Preciso provar que o que estou fazendo esta funcionando” … Comece comprovando o conceito.

Slide 39 – Primeira etapa: estabeleça uma linha de base relacionando o antes e depois das ações em Mídias Sociais e as mudanças no banco de dados.

Slide 41 – Segunda etapa: crie uma linha de tempo ativa, ilustrando as ações e mudanças decorrentes.

Slide 44 – Terceira etapa: mostre as receitas por vendas por períodos, transações e novos consumidores.

Slide 47 – Os dados de transações precisam ser específicos, portanto use o F.R.Y = Freqüência, Alcance e Rendimento.

Slide 47 – Com que freqüência os consumidores fazem transações? Quantos novos consumidores estamos conseguindo? Quanto eles gastam?

Slide 48 – “Os últimos números indicam que nossas vendas cresceram mais de 60% e transações individuais dobraram. Alguma coisa está funcionando.”

Slide 49 – Quarta etapa: Medição de precursores transacionais (menção negativa/menção positiva, tráfego na loja e origem de visitas).

Slide 52 – “Nós alcançamos todas as metas estipuladas desde que nossas ações em Mídias Sociais começaram. Nossas visitas estão altas, menções também. Parece que todos nos amam.” … “Isso tem algum sentido?”

Slide 53 – Quinta etapa: Sobreponha todos os dados.

Slide 54 – Sexta etapa: Olhe e estude todos os padrões.

Slide 56 – “Quanto tempo essa analise vai demorar?”

Slide 56 – “Isso é um processo de eliminação. Vão isolar as informações padrões, qualificá-los, provar ad-hocs … e então, descobrir quais foram os custos da economia, receita dos ganhos e colocar tudo em uma equação.

Slide 60 – Primeiro de tudo: prove que ações em Mídias Sociais funcionam.

Slide 61 – Use o que você sabe para fazer funcionar melhor. “Então isso mostra que nosso programa de Mídia Social impacta em todos os aspectos do negócio, exceto no tráfego das nossas lojas de construção. Você consegue descobrir isso? Temos que descobrir porque ainda não afetamos essa área.”

Slide 63 – “Finalmente, alguém com dados reais para que eu possa analisar. Bom trabalho!”

Slide 64 – “Então parece que nosso programa de Mídia Social vai durar por mais algum tempo, não?” … “Sim senhora. Parece que nosso budget está salvo por enquanto”.

Slide 65 – “Bebidas para todos” … Gerente de Mídia Social




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